NÃO DESISTA DE ESPERAR O SEU MILAGRE!

Então, José aprontou o seu carro e subiu ao encontro de Israel, seu pai, a Gósen. E, mostrando-se-lhe, lançou-se ao seu pescoço e chorou sobre o seu pescoço, longo tempo.

Gênesis 46.29

A história de Jacó me emociona. Eu amo esse patriarca como se eu descendesse dele. O seu amor pelo Senhor me apaixona; é como se fôssemos da mesma família, o que, de fato, somos: da família da fé (Rm 4.11). O que ele sofreu, quando a maioria dos seus filhos trouxe a notícia de que José fora devorado por uma fera, o fez sentir como abandonado por Deus, pois ele cria que o Altíssimo guardaria o jovem, a quem tinha enviado aos irmãos para ver como estavam.


Quem crê nunca perde a esperança, principalmente se tem o Senhor ao seu lado, e isso Jacó tinha. Por outro lado, quantas vezes José deve ter chorado ao se lembrar do pai, mas, como escravo de um senhor, nada podia fazer? Porém, quando se tornou uma autoridade no Egito, fez seus irmãos retornarem e, usando de um ardil perfeito, viu seu irmão caçula e se declarou a todos (leia Gênesis, do cap. 42 a 45). O seu velho pai reuniu forças para encontrá-lo. Que momento!


A emoção ansiosa que José sentia ao aprontar o seu carro deve ter sido muito grande. Ele, finalmente, reencontraria seu pai, a quem amava de coração e não via fazia muito tempo. A saudade tomava conta do seu coração, e as lágrimas corriam pela sua face. O temor a Deus que ele viu no pai o guardou das armadilhas do inimigo. José não caiu no pecado por causa da retidão de Jacó, o qual lhe ensinou a servir ao Senhor com toda a alma.


Jacó não via a hora de estar frente a frente com o primogênito da sua amada. Àquela altura, os 14 anos que ele servira ao sogro para se casar com ela não eram nada comparados ao prazer de tê-la consigo e dela gerar filhos (Gn 29.20). Ele era servo, por isso nem considerou o preço a pagar, porque sabia que era parte de um plano maior. Deus o guardou, e nenhum dos seus se perdeu. O Altíssimo deu ao filho injustiçado, José, a recompensa dos justos. O Senhor enxugou suas lágrimas, viu seus atos de fé!

Ao chegar perto de Jacó – que já era velho e, por isso, não se lembrava bem da aparência do filho –, José se mostrou a ele. Que emoção! Como o coração de ambos batia! O tremor tomou conta deles, e José lançou-se ao pescoço daquele de quem descendia, e choraram. Os irmãos que quase o mataram e, sem compaixão, venderam-no aos ismaelitas (Gn 37.27), também choraram. Deus é fiel!


As Escrituras dizem que o choro foi longo, de felicidade. Esse choro também será abundante em nós, ao vermos o amado Senhor descendo dos Céus para nos tirar deste mundo mau, do meio dos ladrões, das prostitutas e adúlteras, bem como das mentiras que nos contam para nos defraudar. Cristo voltará e nos redimirá para sempre. “Maranata, ora vem, Senhor Jesus” é a nossa oração (1 Co 16.22)!


Amado irmão, jamais pare nem por um minuto de procurar conhecer o Senhor e a força do Seu poder, pois você não pode perder a chance de entrar no Reino dos Céus. O que o espera na eternidade é tão maravilhoso, que Cristo teve de pagar com a própria vida a sua redenção.


Erik Santana

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